Creio
no Mundo como num malmequer,
Porque
o vejo. Mas não penso nele
Porque
pensar é não compreender...
O
Mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar
é estar doente dos olhos)
Mas
para olharmos para ele e estarmos de acordo...
Eu
não tenho filosofia: tenho sentidos...
Se
falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas
porque a amo, e amo-a por isso,
Porque
quem ama nunca sabe o que ama
Nem
sabe porque ama, nem o que é amar...
Amar
é a eterna inocência,
E
a única inocência é não pensar...
(Alberto Caeiro)
O senso comum e a ciência possuem origens diferentes, até grosseiramente falando um é abstrato e o outro é concreto, respectivamente. Hoje em dia usar o senso comum para entender a sociedade ou sobre qualquer outro fator, não é tão recomendado. O senso comum tras apenas atitudes dogmáticas ("Aceito a verdade que a experiência de vida me faculta"). A ciência é a explicação por qual motivo tal coisa acontece dentro de qualquer fator, portanto, diferente do senso comum tras uma atitude crítica ("Questiono o que me rodeia com vista a sabedoria").
No senso comum seu conhecimento muda consoante as pessoas, as regiões, os países, as culturas, etc. Já o conhecimento científico é uma verdade universal. Nós iremos escolher como interpretar e entender a realidade, para isto existem duas formas: Seremos meros espectadores passivos do que se passa em nossa volta ou agiremos de forma a questionar e descobrir o que é a verdade?
Estamos diariamente convivendo com indagações, questionamentos e para resolver a todas estas necessidades em saber mais, é mais viável confiar no que a ciência explica ou limitar-se as experiências de vida de uma pessoa mais velha da nossa família? Queremos o valor relativo ou objetivo da questão? Reflita.
“Homem culto é aquele que, de tudo a
que assiste, aumenta não os seus conhecimentos, mas o seu estado de alma”
Fernando Pessoa
OBS: Este texto foi feito com a finalidade de estudo para AP1 (Avaliação parcial) de psicologia aplicada.

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